Dia 15 – Castro Valley

Graças ao bom Deus, hoje é domingo, dia de dormir até tarde. Acordei por volta das 10, postei alguma coisa no blog, falei com o pessoal no Brasil e levantei para tomar café da manhã. Oi? Sim, fiz isso tudo antes de levantar da cama.

O programa de hoje era um jogo de baseball. Ontem o Mark bem que tentou explicar as regras pra gente, mas só o Marcelo conseguiu entender alguma coisa. Pode me chamar de burro, mas não consegui ver sentido nesse jogo. Ah, sim… e  a comunicação com os hospedeiros continua complicada. Inclusive, acho que não rolou aquela simpatia mútua que vinha acontecendo com as outras famílias. Por exemplo, hoje na mesa de café da manhã, a Olga perguntou pro Mark por que eles tinham que me hospedar. E ele respondeu que era porque ninguém mais do clube podia. E eu ali, assistindo tudo. Constragedor foi pouco.

Pois bem, passado o momento Casos de Família, fomos para o jogo. Chegando lá, descobri que filtro solar e boné fazem muita falta nessa vida. Tentei quebrar o galho com uma touca, mas tava muito quente. Ainda bem que o São Marcelo dividiu o dele comigo. Tá vendo, amigo é pra isso.

Bem amigos da Rede Globo, começa a partida!

O jogo começou e… bem… como era de esperar. Entendi coisa nenhuma! Era legal ver os caras correndo, a torcida torcia (!!!) de vez em quando… mas assim… acho que até os americanos acham o jogo meio chato, porque eles mais comem do que assistem o jogo. E eu fui obrigado a pagar 4 dólares por 500ml de Pepsi. Coragem, colega!

Cara de quem está entendendo tudo.

Como que entende esse placar, Cristo?

Fiquei pensando nos meus amigos do Brasil. Eu, que nunca fui num estádio de futebol, me vi ali no meio de uma partida de baseball. Tava até engraçado. Claro que em pouco tempo minha atenção se desviou do jogo. Por exemplo, de vez em quando tocavam umas musiquinhas para animar a torcida. E para ORIENTAR AS PALMAS, tinha uma demonstração no placar. Mas essa parte eu até entendo, porque já vi gente sem noção de ritmo, mas igual esse povo aqui, nunca!

Separe suas mãos.

Bata uma na oura no ritmo da música.

Além disso, o visual das pessoas é sempre muito engraçado. Tem um povo que sai de casa de pijama com muito orgulho. Não deu pra tirar foto de tudo porque, né? Como que justifica? Mas a mocinha na nossa frente tava pedindo pra ser registrada. Espia o cabelo.

Amy Winehouse, te admiro.

Só entendi que o jogo tinha acabado quando a galera começou a levantar pra ir pra casa. Aí foi hora de registrar o momento feliz!

Alguém reparou que a bandeira tá ao contrário?

Depois do jogo, paramos em um outlet para umas comprinhas da salvação. Dei graças a Deus por não ter comprado um caríssimo boné de 20 dólares durante o jogo. Por via das dúvidas, comprei um da Nike com a marca de Stanford por 6. Fora esse pequeno deslize, resisti bravamente aos meus instintos consumistas.

Em seguida, foi momento pizza, onde fui mais uma vez ignorado pelo meu hospedeiro. Logo depois, fomos para casa do Mark planejar a apresentação da conferência. Nuss, a conferência já é no próximo sábado. Pânico no lago.

Durante a reunião, fiz uma pausa para conversar no telefone com o Alan, um maçom que é rotariano aqui de Castro Valley. Agendamos uma visita à sede o REAA e ao Capítulo DeMolay daqui. Feliz demais.

Terminada a reunião o Mark me levou pra casa do Kern e cama!

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