Dia 14 – Livermore + Castro Valley

Hoje o dia começou mais cedo que o normal. Mais uma vez, foi dia de arrumar as malas, entregar os presentes e pegar a estrada. Antes da estrada, os rotarianos arrumaram uma atividade que combina muito comigo: uma caminhada. De três horas. Montanha acima. Preciso falar alguma coisa?

Espia a animação da galera! uhú

Eu caminhei.

E caminhei.

Cansei.

Não sei onde esse povo tava com a cabeça, mas convidaram um senhor de uns 900 anos para o passeio. E o danado aguentou até o final! Inclusive, teve uma hora que ele parou do meu lado e disse: “Que saudade dos meus 70 anos!” aham…

Bi, vou descansar, perae.

O topo! Espia Livermore lááááá no fundo...

O povo aqui tem mania de explicar tudo, tudo, mas tudo mesmo. Então, como não podia deixar de ser, arrumaram alguém para explicar sobre a topografia do alto da montanha. Alguém aí lembra da Escolinha do Professor Raimundo?

Dirceu Borboleta?

Golden Poppy: a flor símbolo da Califórnia

Jarry, um rotariano maçom que estava na caminhada.

Terminada a caminhada, fomos almoçar. Novamente um restaurante mexicano, e isso é bom! Nunca pensei que fosse gostar de comida mexicana. Daí a pouco o Mark, o novo hospedeiro chegou para nos pegar e nos levar para Castro Valley. As primeiras horas na companhia de um novo hospedeiro são sempre muito constrangedoras. É a hora de nos apresentarmos mais uma vez, respondermos as mesmas perguntas e de conhecer a programação dos próximos dias.

No caso de hoje, que é sábado, chegamos em Castro Valley no meio da tarde e ficaremos aqui até a manhã de terça. Fui sorteado para ficar sozinho com uma família hospedeira. O restante da equipe ficou com Mark e Leslie.

Pois bem, a princípio ficamos todos na casa do Mark, descansando e esperando dar a hora de um churrasco que seria feito em nossa homenagem.

O churrasco!

O churrasco foi na casa de um rotariano, obviamente, e vários outros rotarianos estavam por lá. Acho que esse foi a cidade com as pessoas mais frias até agora. Com exceção de um ou outro, a grande maioria estava mais interessada em conversar entre si do que conosco. Por exemplo, meus novos hospedeiros estavam lá e só se apresentaram como tal no fim do evento.

Passarei os próximos dias com o Kern, Olga e seus dois filhos: Sergei, de 8 anos, e Mike, de 6. O Kern tem um forte sotaque texano e a Olga venho da Ucrânia. Ou seja, a comunicação não flui muito facilmente. Os meninos são ótimos. Logo quando estávamos entrando no carro o Sergei me perguntou se eu falava “arábico”. Expliquei que não, que falava português. O menino ficou muito tempo pensando que meu país chamava português. Ou seja…

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